Cerca de 30% da alimentação diária deve ser de gordura

As gorduras são necessárias para armazenar energia, para os processos de regeneração celular, regulação imunológica, de hormônios, inclusive os sexuais, absorção de vitaminas A, D e K, entre outros.

Gordura, o corpo precisa dela! O problema é que às vezes a gente escolhe errado e exagera. No Bem Estar desta quinta-feira (16), a nutricionista Roberta Cassani explica.

E o óleo de coco, será que faz bem mesmo? Ou tem muita gordura? A endocrinologista Daniela Telo fala sobre o suco de coco. Ele tem só uma pequena parte do óleo, mas faz um grande efeito.

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Mais gorduras boas, menos açúcar: até 35% da nossa alimentação deve ser constituída por gorduras, que são necessárias para armazenamento de energia, processos de regeneração celular, regulação imunológica e da fome, de hormônios, inclusive os sexuais, absorção de vitaminas A, D e K, entre outros. Mas a necessidade é principalmente das boas gorduras, que são provenientes de castanhas, peixes, óleos vegetais e frutas.

As gorduras saturadas, que são aquelas sólidas em temperatura ambiente e presentes principalmente em produtos de origem animal, devem ser consumidas com moderação e perfazer apenas 10% desse total por causa do risco cardiovascular. Nesses 10% entram a manteiga, o leite integral, o óleo de coco, etc.

Como reduzir a gordura saturada: o Guia Alimentar do Ministério da Saúde orienta como regra de ouro utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e preparar os alimentos. Não devemos exagerar porque óleos e gorduras têm 6 vezes mais calorias por grama do que grãos cozidos e 20 vezes mais do que legumes e verduras após o cozimento. O excesso de gorduras ruins também está associado às doenças crônicas.

Gordura trans: ainda está presente em produtos como alguns biscoitos de polvilho, sorvetes, tortas doces congeladas, batatas fritas, biscoitos e folhados, além de produtos de panificação. Isso apesar de ser comprovadamente prejudicial por reduzir o colesterol bom. Continue de olho na gordura trans.

Veja a matéria na íntegra no G1